capitao

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  1. une partie du discour du pm portugais http://www.publico.pt/politica/noticia/portugal-nao-vai-enviar-efectivos-militares-para-o-mali-1581032 et apres il dit Nesse sentido, acrescentou que Portugal "não deixará de participar naquilo que for definido no quadro da União Europeia, ao nível da formação destinada às forças malinianas", tal como, sublinhou, foi feito na Somália e no Afeganistão.
  2. vous me faites rire vous parles de pratiquement de tous les pays l europe sauf un celui qui cest compremis a envoyer des militaires sur le terrain c est le portugal et vous mes parlait d europe apres la visite du pm portugais le jeudi 17 janvier 2013 a paris
  3. finnair et tap les compagnies les plus sure d europe et a niveau mondial finnair 1 ere et tap 7eme source http://www.jacdec.de/jacdec_statistics.htm
  4. les anglais repond aux espagnoles rendait olivença aux portugais et apres on parle www.olivenca.org/litigio_fr.htm
  5. erreur ATLANTIS le portugal participe activement avec plus de 40 entreprises du secteur de la recherche aerospacial ex; No sector Espacial, como em qualquer sector que envolva investimento público, não podem existir empregos em “part-time”, nem amadorismos…a gestão dos dinheiros públicos e a representação externa de Portugal, num sector que é fortemente concorrencial e onde a lógica empresarial é dominante, deve ser encarada e executada com rigor e conhecimento de causa, por pessoas com vivência empresarial. No contexto da “reestruturação” do GRICES (Gabinete de Relações Internacionais da Ciência e Ensino Superior) esses princípios devem ser acautelados de forma a garantir a continuidade do conseguido até agora. Infelizmente, com o Sr. Ministro da Ciência de costas voltadas para os legítimos representantes das empresas, só por escrito público é que se lhe consegue fazer chegar o sentir da Industria. É fundamental que quer a estrutura, quer o trabalho desenvolvidos no seio do extinto GRICES, cujos esforços empreendidos permitiram resultados muitíssimo importantes para o desenvolvimento do sector espacial nacional, sejam finalmente formalizados e reconhecidos pelo Estado Português. Ao longo dos últimos anos, pese embora a falta de recursos humanos, os interesses nacionais foram defendidos com transparência e profissionalismo junto dos Comités decisores da ESA, e foram criadas as condições para que empresas e institutos nacionais pudessem comunicar ao Governo as suas prioridades e estratégias, à semelhança do que é feito, com êxito, nos outros Estados Membros da Agência Espacial Europeia. É em Portugal que se desenvolvem partes críticas do sistema GALILEO e é em Portugal que se estudam os futuros ‘pilotos automáticos’ para missões a Marte. Uma vez que resultou, dever-se-ia implementar o mesmo sistema de gestão que aqueles países adoptaram, aproveitando os recursos e métodos que entre nós já deram provas de sucesso, de maneira a articular as orientações políticas de desenvolvimento espacial e as perspectivas dos agentes nacionais. São tarefas que implicam um conhecimento profundo do sector a nível europeu e a nível nacional, não apenas no plano académico mas fundamentalmente no plano empresarial e que exigem tempo, dedicação, transparência e imparcialidade, podendo apenas ser desempenhadas por profissionais integrados numa estrutura que dialogue transversalmente com as várias instituições do Estado. A sensibilidade do governo actual para esta temática ficou demonstrada na Conferência Ministerial da ESA, em Dezembro de 2005, em Berlim, onde Portugal duplicou o investimento nacional na Agência, subscrevendo 31.5M€ em programas opcionais até ao ano 2012, estimando-se assim que o volume de contratos no sector duplique, ou até mesmo triplique, nos próximos anos, acontecendo o mesmo com a contratação de pessoal na área. Esta duplicação do esforço financeiro representou um voto de confiança, por parte da Administração Pública Portuguesa, na capacidade de desenvolvimento dos agentes nacionais, tendo ido ao encontro das expectativas e competências das empresas e institutos que operam no sector Espacial. Mas estes factores, juntamente com a natureza institucional do mercado espacial, obrigam a uma gestão cuidada e profissional dos investimentos públicos. É urgente que se torne clara a evolução pretendida no domínio da gestão institucional da participação de Portugal no sector espacial, sob pena de não conseguirmos o retorno científico e industrial desejado. O Espaço é um dos sectores tecnológicos mais exigentes, onde o sucesso implica excelência, profissionalismo, persistência e método. Portugal aderiu à Agência Espacial Europeia (ESA) em Dezembro de 2000 e, passados apenas 7 anos, o sector emprega já cerca de 200 pessoas em dedicação exclusiva, sendo a maior parte mestres e doutores em ciências exactas, distribuídos por 40 empresas e instituições nacionais. E hoje, por exemplo, é em Portugal que se desenvolvem partes críticas do sistema GALILEO e é em Portugal que se estudam os futuros ‘pilotos automáticos’ para missões a Marte. Numa época em que o Governo apela à inovação e em que o Espaço faz parte das prioridades da Presidência Portuguesa da União Europeia, seja com o Programa GALILEO seja com a realização da conferência GMEs, é importante não cometer erros relativamente à participação nacional nos programas espaciais europeus e à gestão pública dos investimentos feitos nesta área, que correm o risco de serem desperdiçados. 2007/08/07
  6. bahhh il faut que les portugais sortent leur caravelles encore une fois pour coloniser la lune ????
  7. LA fregate amiral snmg1 corte real va etre remplace par la vasco da gama
  8. le chomage en espagne n est pas de 20 mais de 18 mais on va vers les 20http://www.libertaddigital.com/economia/no-hay-dinero-el-gobierno-pide-un-credito-de-17000-millones-para-pagar-el-paro-1276362024/
  9. air france dans la liste noir de l ue en attendant les analyses des experts et des boites si on les trouves ?
  10. salut machado ici le capitao on ce connais